
Irá ser realizada uma sessão em que a investigadora Leontina Trigo dará o seu testemunho sobre o seu trabalho.
A sessão irá ter lugar lugar na Quinta do Bom Sucesso, Barro Loures. No dia 25 de Março de 2010.

Cada vez mais, o treino de observação e da memória das testemunhas pode ser muito útil para um depoimento correcto que sirva para o combate ao crime mas sem a incriminação de inocentes.
1 – Quantos homens rodeiam o “raptado”?
2 – Quantos automóveis se vêm em primeiro plano?
3 – Alguém usava chapéu?
4 – Um dos carros tinha uma porta aberta? Sim ou não?



No dia 8 de Fevereiro, o nosso grupo foi fazer uma visita a esta associação visto que um dos temas, dentro da Criminologia, que temos vindo a abordar ao longo do ano é a Vitimologia.
Durante cerca de duas horas estivemos a falar com duas técnicas de Apoio à Vitima, Dora Silva e Carla Febrónio, que nos falaram da sua experiência na APAV, bem como no modo de funcionamento desta e de alguns tipos de casos mais comuns e de outros mais insólitos, que já fazem parte do dia-a-dia de quem trabalha na associação.
Um dos nossos objectivos em ir à APAV era o de perceber melhor o lado da vítima. Ou seja, a maneira como reage ao crime, a relação que tem ou não com o agressor e de que maneira é que este apoio da APAV as vai ajudar.
O que percebemos é que cada pessoa é diferente, e por isso é difícil de definir como esta vai reagir. O que esta associação faz é guiar as pessoas vítimas de qualquer tipo de crime.
E é por isso que o trabalho realizado na APAV é tão importante, pois tal como as Técnicas de Apoio à Vítima nos disseram, as pessoas que vão lá à procura de ajuda não vão receber nenhuma resposta ou conselho. Isso qualquer um dos nossos amigos nos poderia dar, o apoio que é prestado às vitimas pretende que esta tome as suas decisões sozinhas, os técnicos estão lá para, de certa forma, as informar das opções e consequências dessas decisões.